As medidas protecionistas anunciadas por Donald Trump, rotuladas como "Dia da Libertação", continuam a reverberar nos mercados globais, gerando volatilidade e incertezas. O pacote de sobretaxas, que impõe tarifas recíprocas a países com barreiras comerciais consideradas desproporcionais, tem provocado reações em diversos setores e nações.
No Brasil, investidores e o setor agroexportador avaliam as possíveis oportunidades decorrentes da reconfiguração das cadeias de suprimento, impulsionada pelas tarifas. A expectativa é que o aumento da demanda chinesa por produtos brasileiros possa beneficiar o país.
A agenda econômica do dia inclui a divulgação do antecedente de emprego de março e o PMI de serviços no Brasil, além dos dados semanais de auxílio-desemprego, balança comercial e exportações de grãos nos Estados Unidos.
O presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, tem encontros agendados com representantes do Fundo Garantidor de Créditos (FGC) e com o embaixador interino dos EUA, Gabriel Escobar.
O presidente Lula se reunirá com ministros e participará do evento "Brasil dando a volta por cima", em Brasília, buscando fortalecer a narrativa de recuperação do país.
A presidente do México, Claudia Sheinbaum, afirmou que não haverá tarifas retaliatórias contra os Estados Unidos.
A secretária do Departamento de Agricultura dos EUA (Usda), Brooke Rollins, planeja visitar o Brasil para renegociar termos do comércio agrícola, buscando maior equilíbrio nas relações bilaterais.
Enquanto isso, a desaprovação ao governo Lula aumentou, e a oposição atribui o cenário à política econômica, com inflação elevada e alta dos juros.
No âmbito jurídico, o ministro Alexandre de Moraes, do STF, determinou que a PGR se manifeste sobre um pedido de prisão preventiva de Jair Bolsonaro.
Além disso, a Polícia Federal indiciou Eduardo Tagliaferro, ex-assessor de Moraes no TSE, por violação de sigilo funcional.
*Reportagem produzida com auxílio de IA